Grande declínio no setor automotivo

Dos veículos registrados em junho, 48,7% eram motocicletas, 38,2% eram carros, 7,8% eram caminhonetes, 3,1% eram tratores, 1,3% eram caminhões, 0,6% eram micro-ônibus, 0,2% eram ônibus e 0,1% eram veículos para fins especiais.
Diminuindo gradualmenteEm comparação com o mês anterior, os registros de automóveis diminuíram 16,9%, os de motocicletas, 2%, e os de caminhões leves, 17,5%. A maior queda foi a de ônibus, com queda de 34,9%. Por outro lado, os registros de tratores e veículos especiais aumentaram 4,9% e 16,3%, respectivamente.
HÁ TAMBÉM UM DECLÍNIO ANUALEm comparação com o mesmo mês do ano passado, o número de micro-ônibus registrados aumentou 36,1%, as picapes 11,5% e os caminhões 2,2%, enquanto houve uma queda de 4,5% nos carros, 7,4% nas motocicletas e 5,9% nos tratores.
No final de junho, o número total de veículos registrados atingiu 32.366.546. Desses veículos, 51,7% eram automóveis, 20,6% eram motocicletas, 14,8% eram caminhonetes e 7,1% eram tratores.
OS PROCEDIMENTOS DE TRANSFERÊNCIA FORAM INTENSIVOSUm total de 840.022 veículos foram transferidos em junho. Destes, 66,6% eram automóveis, 14,4% eram caminhonetes e 12,4% eram motocicletas.
MARCAS LÍDERES EM AUTOMÓVEISDos 72.361 carros registrados em junho, 8,3% eram Volkswagen, 8,1% Renault, 6% Peugeot, 6% Fiat e 5,2% Hyundai. Essas marcas foram seguidas por Toyota, Skoda, BYD, Opel e Citroën.
O número de veículos registrados no período de janeiro a junho diminuiu 13,6% em relação ao mesmo período do ano passado, chegando a 1.089.741. No mesmo período, o número de veículos com registro cancelado aumentou 76,2%, chegando a 23.801.
VEÍCULOS A GASOLINA ESTÃO EM PRIMEIRO LUGARDos 507.841 carros registrados nos primeiros seis meses do ano, 46,3% eram a gasolina, 27,3% eram híbridos, 16,2% eram elétricos, 9,3% eram a diesel e 0,9% eram veículos a GLP.
O INTERESSE POR CILINDROS COM VOLUME INFERIOR A 1300 CC É ALTOEnquanto 30,3% dos carros registrados tinham cilindrada de 1.300 cc ou menos, 40,6% desses veículos se destacavam pela cor cinza, 24,5% pela branca e 13,2% pela preta.
SINAL DE DESACELERAÇÃO NO SETORDados do TurkStat revelam uma desaceleração no setor automotivo em meados do ano. Especialistas afirmam que isso foi influenciado pelas taxas de juros, incerteza econômica e dificuldades de acesso ao crédito.
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